Toda vez que visitamos uma clínica em Gana ou no Níger, vemos mães embalando crianças febris, esperando um teste de malária. Alguns se recuperarão. Muitos não.
Este mês, ao marcarmos o Dia Mundial da Malária (25 de abril), lembramos que, embora o mundo mudasse de Covid-19, a malária nunca saiu. Ainda está aqui, roubando vidas, drenando economias e segurando nosso continente. As fronteiras fecharam, as economias estremeceram e, pela primeira vez em algum tempo, nações ricas sentiram a ameaça de uma pandemia sem controle. Naquele momento, a saúde global se tornou uma prioridade. Hoje, porém, à medida que o mundo retorna aos "negócios como sempre", outras crises de saúde persistem: TB, HIV, malária e outros. A malária ainda mata mais de 600.000 pessoas por ano, a maioria das crianças africanas com menos de cinco anos. style = "cor: #fffff;"> leia mais
